Almarrotadas
Galeria de fotos
Sobre o grupo
O caminho de pesquisa do grupo tem sido a literatura como ponto de partida a encenação. Entre os trabalhos desenvolvidos encontram-se Travessia (2006), inspirado na obra de Guimarães Rosa, Velho Mar (2009), inspirado na obra de Ernest Hemingway, e Sofia de Mello Breyner, em parceria com a dramaturga Marici Salomão. Monóculo (2010), com a colaboração da pesquisadora Ana Maria Amaral, utilizando como suporte o teatro visual das formas animadas tendo a obra do filósofo Gaston Bachelard como pilar para a encenação. Nonada: amores do sertão (2015), retomando a pesquisa de Guimarães Rosa. Ay Carmela (2022) direção de Lavínia Pannunzio.
Histórico de participações em Mostras e Festivais
- FIT Festival Internacional de São José do Rio Preto – 2015
- FESTIVAL – Festival de Teatro de São José dos Campos – 2015
- Mostra Internacional de Teatro de boneco e animação de SP – 2014
- Festival de Teatro de presidente Prudente – 2014
- Festival de Teatro de Piracicaba – 2014
- 6a Festival Nacional de Teatro da Amazônia – 2014
- 10o Festival de Teatro da cidade do Rio de Janeiro/ RJ 2013
- 3o Festival de Teatro de Duque de Caxias/ RJ 2012
- 2o Mostra de Teatro Tusp – São Carlos 2012
- 1o FESTIBI – Festival de Teatro de Ibirá /SP 2011 – prêmio de melhor ator
Currículos dos integrantes
Direção musical
Toumani Kouyaté - África/ França
Toumani Kouyaté faz parte de uma linhagem de Djélis – griots da África do oeste. Mestres da Palavra e das Artes na África do oeste, os djélis desempenham um papel vital na coesão social e conduzem sempre as grandes cerimônias tradicionais. Eles são portadores das árvores genealógicas dos povos do Mandé, são depositários e protetores dos costumes e dosritos malinkés,são a biblioteca desses povos. São conselheiros, mediadores, psicólogos, filósofos, poetas, contadores de histórias, músicos, dançarinos, cantores e atores. São considerados artistas complexos e completos. Como todos da casta dos djélis, Toumani canta, dança, toca, conta histórias e é também
fotógrafo, professor universitário e organizador de festivais em vários lugares da África, Canadá, Ásia e Europa, entre outros. Ao longo de sua trajetória artística, recebeu, em 2007, o prêmio Anselme Chiasson(Canadá), como reconhecimento de sua carreira profissional artística; em 2004, o prêmio HIBOU D’OR (Ottawa/Canadá), como melhor contador de histórias da francofonia do ano; foi finalista, em 2002, do grande prêmio de contadores Maison du conte de Chevilly-Larue e recebeu, em 1988, o prêmio de « mensageiro da paz » da Unesco. Formador pedagógico das artes da oralidade em escolas francesas junto ao Ministério da Educação Nacional da França. Vivendo na França, seu trabalho dialoga com o mundo ocidental produzindo uma experiência única de sabedoria e beleza.
Diretor
Paulo Williams
Ator e diretor formado em Arte Cênicas pela Faculdade de
Paulista de Arte.
Como ator, participou de vários espetáculos: O comecim
das coisas (2006/2012) direção Marcio Douglas, com o
grupo La Castaca; Velho mar (2008) direção Claudio
Mendel; Ruas de Barros (2009/2012) direção Frederico
Foroni, grupo Chão, Conto do anjo caído (2011/2012) direção Eduardo Alves, grupo Bonecos
Urbanos.
Como ator e diretor do Grupo Tecelagem realizou os seguintes espetáculos: Monóculo
(2011/2013), Travessia (2006/2013) com o qual ganhou mais de 40 prêmios em festivais de
teatro e Nonada – amores do sertão (2015).
Direção de arte
Carolina Bassi
Doutora e mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Professora de figurino, cenografia e direção de arte dos cursos de pós graduação
do Centro Universitário Belas Artes e da Academia Internacional de Cinema, ambos em São Paulo. Sua relação
com o figurino e com a cenografia veio da vontade de investigar, na teoria e na prática, como os recursos visuais constroem as narrativas e os seus
personagens, potencializando os seus significados. Interessa-se pela construção poética no âmbito do cinema, da televisão, do teatro, da performance, da fotografia, da literatura e das artes em geral.
Atriz
Iris Yazbek
Bacharel em Comunicação e Artes do Corpo pela PUC – SP em 2002, com habilitação em Teatro e Performance. Especializou-se em Teatro Físico e Mímica Contemporânea durante dois anos na Cia Luis Louis.
Como atriz, participou de vários espetáculos: BRASIL DEPORTADO (2002), dirigido por Luis Louis; QUEM NUNCA (2006), dirigido por Renata Melo com o Núcleo Experimental de Teatro do Sesi; O MENINO E O BURRINHO (2007), adaptação de poemas de Cecília Meireles e direção de Bia Borin, 2007, RUAS DE BARROS (2009), poesias de Manoel de Barros e dramaturgia e direção de Frederico Foroni; O CONTO DO ANJO CAÍDO (2011), pela Cia. Bonecos Urbanos; DE ONDE VÊM AS HISTÓRIAS DE CLARICE (2012), direção de Calixto de Inhamuns; NEM SONHANDO (2012), direção de Pedro Garrafa; MONÓCULO (2014), direção de Paulo Williams; PROCURANDO LUIZ (2014), direção de Gustavo Kurlat; NONADA – amores do sertão (2015), direção de Paulo Williams.
Foi indicada ao prêmio FEMSA – Coca Cola na categoria Melhor Atriz, 2008 e 2014.
Como atriz, participou de vários espetáculos: BRASIL DEPORTADO (2002), dirigido por Luis Louis; QUEM NUNCA (2006), dirigido por Renata Melo com o Núcleo Experimental de Teatro do Sesi; O MENINO E O BURRINHO (2007), adaptação de poemas de Cecília Meireles e direção de Bia Borin, 2007, RUAS DE BARROS (2009), poesias de Manoel de Barros e dramaturgia e direção de Frederico Foroni; O CONTO DO ANJO CAÍDO (2011), pela Cia. Bonecos Urbanos; DE ONDE VÊM AS HISTÓRIAS DE CLARICE (2012), direção de Calixto de Inhamuns; NEM SONHANDO (2012), direção de Pedro Garrafa; MONÓCULO (2014), direção de Paulo Williams; PROCURANDO LUIZ (2014), direção de Gustavo Kurlat; NONADA – amores do sertão (2015), direção de Paulo Williams.
Foi indicada ao prêmio FEMSA – Coca Cola na categoria Melhor Atriz, 2008 e 2014.
Atriz
Márcia de Oliveira
Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu em 1999. Ingressou no Núcleo Experimental de Teatro do SESI-SP no período de 2004 a 2006 e lá atuou nos espetáculos “O que eu entendi do que o Tom Zé disse”, direção de Isabel Setti e “Quem Nunca” com direção de Renata Melo. Entrou para Companhia
Fraternal de Arte de Malasartes em 2007 onde atuou em “O Auto da Infância”, “As Três Graças” e “Sacra Folia”, todos sob direção de Ednaldo Freire e autoria
de Luís Alberto de Abreu. Em 2010, fez “BIXIGA – Um musical na contra-mão” sob direção de Mario Mazetti.
Atuou em novelas como “Serras Azuis” na TV Bandeirantes, “Amigas e Rivais” e “Vende-se um Véu de Noiva” no SBT e no cinema nos longas “Xuxa Requebra”, direção de Tizuka Yamazaki; “Garotas do ABC” e “Bens Confiscados” direção de Carlos Reichenbach entre outros.
Ainda na tv, integrou o elenco dos programas “Cultura é Currículo”, “Almanaque Educação” e Escola 2.0 na TV Cultura. Na mais recente versão da novela “Carrossel”, exibida pelo SBT, atuou como a espevitada faxineira “Graça”. E com a mesma personagem fez a série “Patrulha Salvadora” do mesmo canal.
Atuou em novelas como “Serras Azuis” na TV Bandeirantes, “Amigas e Rivais” e “Vende-se um Véu de Noiva” no SBT e no cinema nos longas “Xuxa Requebra”, direção de Tizuka Yamazaki; “Garotas do ABC” e “Bens Confiscados” direção de Carlos Reichenbach entre outros.
Ainda na tv, integrou o elenco dos programas “Cultura é Currículo”, “Almanaque Educação” e Escola 2.0 na TV Cultura. Na mais recente versão da novela “Carrossel”, exibida pelo SBT, atuou como a espevitada faxineira “Graça”. E com a mesma personagem fez a série “Patrulha Salvadora” do mesmo canal.
Atriz
Dinah Feldman
Atriz, contadora de histórias, produtora, teatro-educadora e jornalista. Formada pelo Teatro Escola Macunaíma em 1996, pela Escola Internacional de Teatro École Philippe Gaulier (em Londres e Paris) em 2002 e jornalista pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999).
Participou do Estágio no THÉÂTRE DU SOLEIL, em Paris/2002, e, em 2004, do Estágio para atores com SOTIGUI KOUYATÉ (ator do CICT, dirigido por Peter Brook), em SP.
Desde 2006, pesquisa e estuda a arte de narrar histórias, integrando também a Cia Dedo de Prosa. Participou das edições de 2008 e 2010 do Encontro Internacional BOCA DO CÉU, em SP, onde estudou com HASSANE KOUYATÉ e do festival YELEEN, em Burkina Faso, África em 2010/11, onde participou do estágio com TOUMANI KOUYATÉ.
É atriz / contadora de histórias, idealizadora e produtora do projeto A TRADIÇÃO ORAL AFRICANA – A TRAVESSIA DAS PALAVRAS, contemplado pelo ProAC 2012, em parceria com o artista africano TOUMANI KOUYATÉ, que consistiu na criação dos espetáculos ZIRIN ZIRIN e MAANA.
É atriz, idealizadora e produtora do espetáculo AS TRÊS MULHERES SABIDAS, da Cia Dedo de Prosa, direção André Garolli e Luciana Viacava, contemplado pelo 15o Cultura Inglesa Festival e pelo ProAC Circulação 2012.
Atriz, co-tradutora, produtora e idealizadora do espetáculo RÉQUIEM, texto do autor israelense até então inédito no Brasil, Hanoch Levin (1943-1999), inspirado em três contos de A. Tchékhov, direção Francisco Medeiros. O projeto foi um dos vencedores do II Concurso Centro da Cultura Judaica de ontagens Teatrais (2007) e contemplado pelo ProAC Circulação 2009. A montagem recebeu indicações ao Prêmio SHELL 2009 (direção e figurino), ao 3o Prêmio Contigo! de Teatro e ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro.
Atriz, Musicista e Contadora de histórias. Formada pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí e pela Escola Livre de Teatro de Santo André.
Participou do Espetáculo “Nem tudo está azul, no país azul” como diretora musical do Grupo FORFÉ de Piracicaba e como clarinetista foi integrante das seguintes Orquestras de Tatuí: Bimbo Azevedo e Sinfônica Jovem. Participou como musicista da trilha sonora de “Ciranda das Flores” da Cia Prosa dos Ventos na TV Ra-tim-bum.
Atua nos espetáculos “Almarrotadas”, direção de Paulo Williams, “Folias D’Arc” e “Folias Galileu” ambos do Grupo Folias D’Arte”, “Chora Margarida”, dirigido por Fábio Torres com a Cia Prosa dos Ventos, “Os Jecas” da Cia da Palavra direção Helder Mariani e eventualmente “Shake, Shake Baby” direção: Fábio Brandi Torres, integra os Projetos “África, um continente de Histórias e Africanidades Femininas, ambos da Cia Culturas em Movimento coordenado por Dinah Feldman e Toumani Kouyaté. Participou do ciclo de leituras “Joanas” na Casa das Rosas sobre coordenação de Helder Mariani.
Participou do Estágio no THÉÂTRE DU SOLEIL, em Paris/2002, e, em 2004, do Estágio para atores com SOTIGUI KOUYATÉ (ator do CICT, dirigido por Peter Brook), em SP.
Desde 2006, pesquisa e estuda a arte de narrar histórias, integrando também a Cia Dedo de Prosa. Participou das edições de 2008 e 2010 do Encontro Internacional BOCA DO CÉU, em SP, onde estudou com HASSANE KOUYATÉ e do festival YELEEN, em Burkina Faso, África em 2010/11, onde participou do estágio com TOUMANI KOUYATÉ.
É atriz / contadora de histórias, idealizadora e produtora do projeto A TRADIÇÃO ORAL AFRICANA – A TRAVESSIA DAS PALAVRAS, contemplado pelo ProAC 2012, em parceria com o artista africano TOUMANI KOUYATÉ, que consistiu na criação dos espetáculos ZIRIN ZIRIN e MAANA.
É atriz, idealizadora e produtora do espetáculo AS TRÊS MULHERES SABIDAS, da Cia Dedo de Prosa, direção André Garolli e Luciana Viacava, contemplado pelo 15o Cultura Inglesa Festival e pelo ProAC Circulação 2012.
Atriz, co-tradutora, produtora e idealizadora do espetáculo RÉQUIEM, texto do autor israelense até então inédito no Brasil, Hanoch Levin (1943-1999), inspirado em três contos de A. Tchékhov, direção Francisco Medeiros. O projeto foi um dos vencedores do II Concurso Centro da Cultura Judaica de ontagens Teatrais (2007) e contemplado pelo ProAC Circulação 2009. A montagem recebeu indicações ao Prêmio SHELL 2009 (direção e figurino), ao 3o Prêmio Contigo! de Teatro e ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro.
Atriz, Musicista e Contadora de histórias. Formada pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí e pela Escola Livre de Teatro de Santo André.
Participou do Espetáculo “Nem tudo está azul, no país azul” como diretora musical do Grupo FORFÉ de Piracicaba e como clarinetista foi integrante das seguintes Orquestras de Tatuí: Bimbo Azevedo e Sinfônica Jovem. Participou como musicista da trilha sonora de “Ciranda das Flores” da Cia Prosa dos Ventos na TV Ra-tim-bum.
Atua nos espetáculos “Almarrotadas”, direção de Paulo Williams, “Folias D’Arc” e “Folias Galileu” ambos do Grupo Folias D’Arte”, “Chora Margarida”, dirigido por Fábio Torres com a Cia Prosa dos Ventos, “Os Jecas” da Cia da Palavra direção Helder Mariani e eventualmente “Shake, Shake Baby” direção: Fábio Brandi Torres, integra os Projetos “África, um continente de Histórias e Africanidades Femininas, ambos da Cia Culturas em Movimento coordenado por Dinah Feldman e Toumani Kouyaté. Participou do ciclo de leituras “Joanas” na Casa das Rosas sobre coordenação de Helder Mariani.
Atriz
Victória dos Santos
(nascida 16 de Agosto de 1993) é uma cantora, percussionista e compositora brasileira cujos colaboradores incluem Jards Macalé, Ava Rocha, Mateus Aleluia, Nei Lopes, Drik Barbosa, e outres.
Nascida em São Paulo, Victória é filha da atriz Carlota Joaquina e do bonequeiro Eduardo Alves. Tocou em festejos populares na infância, como na banda de Congo Zabandá, Bloco Afro Oriashé e no Bloco Agora Vai, este último foi fundado pela família em 2004 e conta hoje com a percussionista como mestre da bateria. A artista já esteve em Cuba, México, Portugal, França, Alemanha e Inglaterra.
Lançou em 2022 seu primeiro álbum de estúdio Lata Orí, em parceria com a YB Music.
O disco, dirigido por Victória e Maurício Tagliari conta com participações de Lenna Bahule, Marcelo Cabral, Sombra, Kiko Dinucci, Girlei Miranda, Rodrigo Campos, Lilian Rocha, Luana Baptista, Mauricio Pazz, Fejuca, Allan Abbadia, Fumaça, Maurício Badé, Gustavo Ruiz, Thiago França, André Piruka, Lincoln Antonio e Marcelo Martins.
Ave de Rapina, seu primeiro single, tem clipe exclusivo no Youtube, para acessar a discografia
Nascida em São Paulo, Victória é filha da atriz Carlota Joaquina e do bonequeiro Eduardo Alves. Tocou em festejos populares na infância, como na banda de Congo Zabandá, Bloco Afro Oriashé e no Bloco Agora Vai, este último foi fundado pela família em 2004 e conta hoje com a percussionista como mestre da bateria. A artista já esteve em Cuba, México, Portugal, França, Alemanha e Inglaterra.
Lançou em 2022 seu primeiro álbum de estúdio Lata Orí, em parceria com a YB Music.
O disco, dirigido por Victória e Maurício Tagliari conta com participações de Lenna Bahule, Marcelo Cabral, Sombra, Kiko Dinucci, Girlei Miranda, Rodrigo Campos, Lilian Rocha, Luana Baptista, Mauricio Pazz, Fejuca, Allan Abbadia, Fumaça, Maurício Badé, Gustavo Ruiz, Thiago França, André Piruka, Lincoln Antonio e Marcelo Martins.
Ave de Rapina, seu primeiro single, tem clipe exclusivo no Youtube, para acessar a discografia